segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Poemeto no balcão




Entrelinhas




(luiz alfredo motta fontana)







Poetas sonham

com o passado transformado

nos poemas futuros



Poetas entristecem

quando encontram

apenas nos versos

o que sonharam ontem




Poemas choram

lágrimas ocultas

que poetas nas entrelinhas

fingem não existir

Nenhum comentário:

Postar um comentário